Quem Somos?

O Olho do Cidadão é um movimento de cidadania em Moçambique, constituído por uma Plataforma de Bloguistas universitários que exercem a sua cidadania através do conceito Cidadão-Jornalista, reportando, fotografando e intervindo nos problemas da sua sociedade.

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As praças da ocasião (com fotos)

Antes de se tornar pública, uma praça no seu sentido amplo pode significar qualquer espaço público urbano livre de edificações e que propicie convivência e/ou recreação para seus usuários. Normalmente, a apreensão do sentido de "praça" vária de população para população de acordo com a cultura de cada lugar. Em geral, este tipo de espaço está associado à ideia de haver prioridade ao pedestre e não acessibilidade de veículos, mas esta não é uma regra.

Numa outra vertente, pode ter um aspecto simbólico bastante importante na cultura de cada um dos povos como forma de eternizar um momento ou lembrar um feito histórico de uma grande significância para uma nação.

Em Moçambique, em particular na cidade capital, existem várias praças cada com um significado específico, contudo, o seu tratamento está à mercê da sua sorte de cada.

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Olho do Cidadão traça estratégias de acção

Decorreu no dia 17 de Março, no Campus da Universidade Edurado Mondlane, a primeira reunião de concertação e traçado de novas estratégias de actuação pelos membros e colaboradores do Olho do Cidadão.

O encontro foi dirigido pelo coordenador do projecto Tomás Queface e dele participaram seis membros e escritores do Olho do cidadão, destes, os dois últimos ingressaram neste projecto em Janeiro e o último em Março.

Dos pontos discutidos nesta reunião, debruçamo-nos em torno da forma em que nós queremos daqui em diante trabalhar como um grupo dedicado à causa abordou-se a revitalização dos blogues para quem já dispões de um, e a criação para quem não tem ainda. A criação de perfis a nível do OC foi outro dos temas que esteve em debate, onde alguns preferiam se poder identificar, e outros preferiam manter-se no anonimato.

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Grito por uma Organização da Mulher Moçambicana!

Enquanto o país estava mergulhado na guerra e no processo de conversação para libertação Nacional, estrategicamente por parte da Frelimo, houve um espaço de se pensar na mulher, razão pela qual que ao 16 de Março de 1973, oficialmente pelo presidente Samora Moisés Machel – segundo presidente da Frelimo e o primeiro do Moçambique independente – foi criada a Organização da Mulher Moçambicana com a sigla OMM. Por sua vez o dia da Mulher é celebrado ao 7 de Abril dado que nesta data e no ano de 1971, Moçambique e o Partido Frelimo perdeu Josina Machel (morreu), com um percurso histórico marcante, simbólico e representativo. Uma mulher com legados até hoje recordados e seguidos por várias mulheres Moçambicanas com status sociais diferentes. Josina Machel é a heroína que justifica o 7 de Abril. No entanto á solene pedido do Destacamento Feminino - uma organização da era colonial dentro da Frelimo que visava a emancipação da mulher e a inclusão no seu cometo geral - o governo concede a celebração do 7 de Abril como o dia da Mulher Moçambicana – relevante - mais a indagação é, com que bases socialmente aceitáveis, tendo em conta as diferenças e diversidades dos grupos, a OMM e a praça da OMM representam a Mulher Moçambicana?

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Activistas prometem prosseguir mobilização pelos direitos das mulheres e crianças

Na sequência da convocatória para a marcha pelos direitos da mulher e da criança em Maputo, o presidente da Comissão dos Assuntos Constitucionais, Direitos Humanos e de Legalidade de Moçambique, Teodoro Waty, veio a público referir que os artigos [pdf] que violavam esses direitos já tinham sido retirados do anteprojecto do Código Penal em Fevereiro, embora a sociedade não tivesse sido informada.

O anúncio foi feito no dia da própria marcha, 20 de Março de 2014, após a entrega de uma petição por várias organizações da sociedade civil à Presidente da Assembleia da República.

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O Olho do Cidadão é um projecto que tem vindo a abordar diversas áreas como a Educação, Saúde, Justiça, Ambiente entre outros, temos primado por estarmos...

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LANÇAMENTO DE LIVRO

O IESE irá levar a cabo no dia 5 de Dezembro no Museu da História Natural, 17h o lançamento do livro, edição em português Envelhecer em Moçambique: Dinâmicas do Bem-Estar e da Pobreza e em inglês Growing Old in Mozambique: Dynamics of Well-being and Poverty, da autoria de António Francisco, Gustavo Sugahara e Peter Fisker.

MOÇAMBIQUE ENTRE OS PAÍSES MAIS AFECTADOS PELO HIV/SIDA

Estima-se que um milhão e quatrocentas pessoas, em Moçambique, estão infectadas pelo HIV/Sida e 120 mil novas infecções acontecem por ano. Esta situação coloca o país entre os 10 mais afectados por esta pandemia a nível mundial.

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